Imagine
brincar com crianças do mundo inteiro, aprender como elas vivem,
conhecer vários tipos de jogos e experimentar comidas de todos os
lugares. E ainda voltar para casa com muitas histórias para
contar. Pois eu e o fotógrafo Caio Vilela fizemos exatamente isso.
Viajamos para mais de 40 países e conhecemos gente diferente, mas
que, no fundo, é igualzinha à gente.
Na Coréia,
um país vizinho da China, quase do outro lado do mundo,
descobrimos que a moda não é comer pipoca no cinema, mas devorar
um saquinho de baratinhas bem fritas. Para nós, o gosto dos
insetos é horrível, mas as crianças coreanas adoram. Logo ali no
lado, no Japão, a molecada come peixe cru. Só que isso a gente já
sabe e está acostumado. Achamos uma delícia.
Pertinho do
Pólo Norte ou na Antártida, ao redor do Pólo Sul, faz muito frio.
Mas ninguém fica parado batendo os dentes. Todo mundo sai de casa
bem agasalhado para fazer corrida de trenó ou esculpir bonecos de
neve.
Em todos os
lugares, encontramos crianças que adoram esportes. Jogar futebol
na rua é mania quase no mundo inteiro. Mas nas florestas
tropicais, os indiozinhos também fazem campeonato de cabo de
guerra. E no Havaí, meninos e meninas vivem com a prancha de surfe
embaixo do braço, prontos para pegar uma onda. Na França, bacana
mesmo é fazer ciclismo, e nos Estados Unidos eles jogam o futebol
americano, usando as mãos e uma bola oval.
Mas, apesar
das culturas diferentes, todo mundo gosta de soltar pipa, brincar
de boneca, jogar futebol, pular amarelinha. E à noite, nada melhor
que correr para casa ouvir histórias e lendas contadas pela mãe e
pelo pai. Do jeitinho que a gente faz por aqui. O mundo não é
mesmo incrível?

Fonte: Ana
Busch
Fonte:
Fundamental
A
revista de Negócios em Eventos (OL)