A sem
controle violência urbana, o apagão aéreo, rodoviário e, já,
também, o náutico quando passageiros foram atingidos pelo
“overbooking” dos cruzeiros marítimos, (ferrovias nem temos mais)
e outros tantos problemas de infraestrutura, como a sinalização
das capitais chamadas turísticas etc, provocam baixa de visitantes
estrangeiros e nacionais ao Rio de Janeiro e Bahia que, segundo
informações dos órgãos do setor, registrou uma queda de 15% se
comparado com as comemorações do carnaval do ano passado e, mesmo
o faturamento aproximado de 250 milhões de reais do Estado como o
de Pernambuco está aquém das previsões anteriores aos episódios
registrados no fim de ano, quando caos aéreo brasileiro que não se
esgota na “operação tartaruga dos controladores de vôo”,
tripulação que não aparece, aeronaves com muitos problemas de
“quebras”, rodovias sucateadas e cheias de “piratas do asfalto”
(ou dos buracos) e, ainda por cima, parece incrível, que o nosso
pequeno movimento turístico - 0,6% do movimento mundial, 720
bilhões de dólares, ou seja, menor que o turismo argentino por
exemplo, ficou caro para os estrangeiros pela valorização do real
frente à moeda americana e européia.
Turismo está
associado à qualidade de vida, hospitalidade e conforto ambiental,
portanto, a persistir tal estado, ou melhor, mal estado de coisas
com tamanha insensibilidade de fomento às políticas públicas
brasileiras, veremos sucumbir o investimento do contribuinte, que
é grande, também, neste que é um setor que conta com que a
natureza nos regalou.
Fonte:
Fundamental
A
revista de Negócios em Eventos (OL)